sexta-feira, 10 de abril de 2015

Você quer fazer a terapia de casal, mas o seu parceiro (a) não!




Você quer fazer a terapia de casal, mas o seu parceiro (a) não!







Você está condenado (a)?

Você quer ajuda de um profissional da psicologia, mas o seu parceiro (a) não aceita. Você está condenado (a)?

"Devo ainda ir a uma terapia para ajudar no meu relacionamento mesmo se o meu parceiro (a) não quiser? Qual é o ponto? Talvez eu deva desistir. Estamos condenados, certo?”

Eu ouço esse tipo de pergunta com bastante frequência. É lamentável, mas muitas vezes o parceiro (a) que realmente precisa vir para o aconselhamento é aquele que se recusa a mostrar-se.


Ainda assim, a minha resposta para quem está se perguntando: “Devo ainda ir a uma terapia para ajudar no meu relacionamento mesmo se o meu parceiro não quiser”?

Sim

Você ainda deve vir.

Por quê?

Porque, em último caso recebendo um aconselhamento significa que você está escolhendo melhorar a relação que dá um tom para todos os outros relacionamentos na sua vida:

O seu relacionamento com você mesmo (a).

Fortaleça seu relacionamento com você mesmo (a) (como você se trata, como você fala para si mesmo, o nível de amor e respeito que você dá a si ), e, por extensão, todos os outros relacionamentos na sua vida podem melhorar também.

Você pode estar pensando: "Mas ele / ela é o problema. Por que eu sou o único que tem que fazer todo o trabalho? Por que sou sempre eu quem tem que mudar? "

Essa linha de pensamento é ineficiente, e aqui está o porquê:

O objetivo principal é criar um relacionamento mais feliz, isso é o que realmente importa ou quem "vai primeiro"? No final de uma guerra dolorosa, isso realmente importa; quem levantará da bandeira branca? Não. Tudo o que importa é o retorno ao amor, saúde e paz.

Isto não é um jogo de rivalidade ou de redenção ("Você estragou tudo, então agora você precisa fazer tudo certo!").

Isto é fazer o que for preciso para fazer as coisas sigam no caminho certo.  

Se você der o primeiro passo, ou se o seu parceiro (a) fizer o primeiro movimento, é um primeiro passo na direção certa. Isso é o que conta.

Resumindo:

Seu tempo e dinheiro gasto em uma terapia serão positivos e produzirão um crescimento.

Talvez você vá optar por ficar em seu relacionamento atual. Talvez não.

Talvez o seu parceiro (a) veja os efeitos positivos que a terapia está refletindo sobre você e decide participar. Talvez não.

Não importa como, a terapia pode ser um belo investimento em sua saúde, felicidade e poder pessoal.

Com o tempo, você pode trabalhar em direção a um estado de elevado senso de confiança e autoconfiança individualmente ou em conjunto, com um parceiro(a)  apoiando ou com aquele que resiste à mudança, o objetivo final da terapia é ajudar você a chegar a um ponto onde pode olhar-se no espelho, com a autoconfiança total e dizer:
 “Eu tenho o poder para me tornar o tipo de pessoa, parceiro (a) e pai ou mãe que eu quero ser. Nada pode me impedir!”

Nunca é tarde demais para se tornar a pessoa que você quer ser, forte, confiante, calma, criativa. Livre de todos os obstáculos que têm impedido você de voltar atrás - não importa o que aconteceu no passado.




Psicóloga Daniela Carneiro
97670.2066
consulta@danielacarneiro.com






segunda-feira, 6 de abril de 2015

Terapia de casal

Terapia de casal - saiba mais!

psicóloga para casal

A terapia de casal ainda é encarada com resistência. Parceiros que vivem relações problemáticas hesitam em recorrer a essa modalidade de análise por uma série de motivos: desde achar que a medida é para fracassados até medo do julgamento que família e amigos farão.

No entanto, esse tipo de terapia pode ser uma alternativa eficaz na tentativa de reconstruir o relacionamento de duas pessoas que ainda se amam, mas que não conseguem se entender.

Recomendo quando as discussões se tornaram infrutíferas e constantemente viram brigas. Quando a irritabilidade, a raiva e a impaciência permeiam a relação, que se torna destrutiva, deixando os parceiros exaustos, sem perceber, ambos constroem muralhas para se defender um do outro.
Problemas como infidelidade (inclusive virtual), depressão, dificuldades financeiras, uso de álcool e drogas, falta de desejo, discordâncias sobre a educação dos filhos e conflitos com a família são algumas das razões que costumam levar os casais ao consultório.

Como funciona a terapia?

As sessões são conjuntas, mas se, eventualmente, um dos dois precisar de atendimento individual, para lidar com alguma questão particular que está atrapalhando a relação, é possível marcar encontros sem o par. Isso depende do terapeuta e da situação vivida pelo casal.

Em geral as sessões são a dois, pois a intenção é, justamente, que haja transparência, para que possam falar e ouvir um ao outro, buscando soluções para o que os aflige
Havendo a necessidade de sessão individual, ambos terão o mesmo número de atendimentos, mas qualquer segredo contado ao terapeuta será dito, também, na sessão conjunta.

O tratamento dura, em média, três meses, com sessões semanais, mas há casais que se sentem bem com o processo e decidem continuar. Cada caso é um caso. Costumo indicar terapia individual para aqueles que precisam amadurecer ou trabalhar questões particulares.

Final feliz sob uma nova ótica

O desfecho feliz não significa somente o casal ficar junto, mas, sim, conseguir resgatar a boa comunicação, o afeto, a boa vida sexual, a cumplicidade e a vontade de continuar a construir uma vida a dois. Entretanto, o casal pode concluir, através das sessões, que a separação é a melhor saída.  
As pessoas esperam muito para procurar ajuda, e o fazem grande parte das vezes quando já não há quase possibilidade de resgatar uma relação tão desgastada. "É comum receber casais que chegam dizendo que essa é a última chance que darão ao casamento, pois não aguentam mais tamanho sofrimento. Se procurassem resolver os problemas à medida em que aparecem, tudo seria mais fácil",
Às vezes, a terapia serve para que o casal consiga se separar de forma amigável, entendendo o que aconteceu, aceitando a perda de forma madura e consciente para que não corra o risco de errar novamente em um próximo relacionamento. E para que não fiquem questões pendentes.

Mesmo quando não ficam juntas, as pessoas podem se beneficiar da terapia de casal, o que é positivo em especial para quem tem filhos. A partir das sessões, cada um olhará para si a fim de entender como seu comportamento afeta o parceiro ou qual é sua responsabilidade pelos conflitos que vivem a dois. Com as questões resolvidas, é mais fácil manter uma relação de amizade após a separação. 

Uol



Psicóloga

Daniela Carneiro
Vila Mariana / AnaRosa

(11) 97670-2066 ( Whats App)
consulta@danielacarneiro.com





domingo, 29 de março de 2015

Método para melhorar a vida a dois

Método para melhorar a vida a dois


ajuda para casais


Primeiro passo:

Detectar os problemas que afligem o casal

Segundo passo:

Entender a dinâmica de cada um:

Defesa, desejo, sentimento e atitude

Terceiro Passo:

Partir do 0 - Perdoar seu parceiro(a) pelos os erros do passado, dar um voto de confiança e dar início a mudança de atitude.

Criar um acordo justo que seja motivador para o casal se sentir amado, admirado e cuidado.


Quarto Passo:

Aprender a ceder conciliando os próprios desejos, criar novas estratégias eficazes e saudáveis  para conseguir o que se quer na relação, a ser assertivo e melhorar a comunicação dos sentimentos.

Nem sempre é tão fácil quanto parece seguir tais passos citados acima. Mas com uma boa dose de perseverança o casal que se ama pode conseguir atingir os seus objetivos na vida a dois. O investimento emocional dependerá de como é a base e estrutura dessa relação e principalmente de qual é o objetivo de vida de cada um. 


Psicóloga Daniela Carneiro

(11)97670-2066
www.danielacarneiro.com
www.psicologasp.com

consulta@danielacarneiro.com



Terapia de Casal, ajuda para casais, vida a dois, momento de crise no casamento, melhorando o casamento, ajudando a convivência a dois


As 11 maneiras de se sentir mais feliz com a vida!


psicologa sao paulo

1- Que possamos nos identificar sem perder a autenticidade.

2- Que possamos dar risadas sem sermos taxados de loucos.
3- Que possamos ser livres sem sermos individualistas.
4- Que possamos ser amados sem sermos vaidosos.
5- Que possamos amar sem sermos possessivos.
6- Que possamos estar junto sem nos tornarmos dependentes.
7- Que possamos chorar sem sermos vítimas da vida.
8- Que possamos sentir sem que a razão nos defenda o tempo todo.
9- Que possamos cuidar do outro sem esperar um obrigado (a).
10- Que possamos nos curar das dores sem perder o valor da experiência.
11- Que possamos ser verdadeiros sem perder a inteligência e a humildade.


Psicóloga Daniela Carneiro

(11)97670-2066
www.danielacarneiro.com
www.psicologasp.com

consulta@danielacarneiro.com














https://www.facebook.com/terapiapsicologa/photos/a.536812219682376.123375.197327883630813/712486012114995/?type=1


sexta-feira, 27 de março de 2015

Porque é tão difícil fechar um ciclo?

Porque é tão difícil fechar um ciclo?




Em alguns momentos da vida se torna difícil acreditar e concluir que a melhor decisão a tomar é fechar uma porta para vislumbrar novos horizontes. O sentimento de perda se mescla com o medo do futuro. Como descobrir e se certificar que é chegado o momento de romper e dar chance a novas oportunidades? 
Primeira coisa a se fazer é analisar a é atual situação. Ela está do jeito que gostaria que estivesse? Quais são os prós e contras? 
Quais os sentimentos que te impede de mudar? Por quê? 
Avaliando os pontos bons e ruins vocês argumenta seu desejo ou o seu medo.
O seu desejo deve ser levado em conta desde que não lhe traga angústia, afinal de contas os problemas não param de existir nunca. A vida é regada de milhões de dilemas, escolhas, soluções que levam a novos problemas e assim por diante. Uma dialética incessante...
Ao mesmo tempo o grande vilão ou algoz –Medo, este é aquele que te faz parar e pensar, parar, fugir ou paralisar. 
Dominar o medo é dominar o mais primário dos sentimentos humanos. Ilusão achar que ele deixa de existir, você pode aprender a lidar com ele e com isto decidir com sensatez e discernimento. Ele pode ser seu aliado e ajudar-te a ser prudente menos impulsivo (a). Mas como saber se ele não está além do limite? Fazendo-te acomodado e passivo diante da vida?

- conhecer a si mesmo: 
- saiba até onde vai seu limite interno
- equilibre-se frente ao Pensamento. Ação. Sentimento
- Ative os verbos: decidir, escolher, arriscar, ponderar e tolerar.

Para se aproximar de si mesmo precisa saber para onde vai, precisa conhecer o seu desejo, precisa ter coragem e humildade.

Psicóloga Daniela Carneiro
(11)97670-22066
Rua Vergueiro, 2045. CJ 609. Vila Mariana/ Ana Rosa -SP


sexta-feira, 13 de março de 2015

O Renovo da Águia - ÓTIMA REFLEXÃO!

psicologa

A águia é a ave que possui maior longevidade da espécie. Chega a viver setenta anos.
Mas para chegar a essa idade, aos quarenta anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão.
Aos quarenta anos ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar suas presas das quais se alimenta.
O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil!
Então a águia só tem duas alternativas: Morrer, ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar cento e cinquenta dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar.
Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.
Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas.
E só cinco meses depois sai o formoso vôo de renovação e para viver então mais trinta anos.
___

Para refletir:

Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação.
Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes, velhos hábitos que nos causam dor.
Essas dores nao podem ser esquecidas e sim trabalhadas se quisermos vislumbrar um futuro cheio de felicidade e bem-estar. Nao adianta fugir do que nos aflige, nao adianta fugir de nossas dores, nem de nos mesmos.
Necessitamos começar o processo de autoconhecimento hoje, pois a partir do momento em que nos conhecermos melhor, poderemos trabalhar as questoes que nos diz respeito e portanto vislumbrar um caminho mais consciente, transformador e edificador pra uma etapa mais feliz em nossa vida.
E voce, sente necessidade de renovar-se? Vai doer um pouco, mas serà necessario e os resultados serao surpreendentes.
Faça uma auto-reflexao, avalie a sua vida, busque seus sonhos que estao ha muito tempo engavetados! Construa-se pra melhor!

By Soraya Rodrigues
____
Agende sua consulta 

Terapia de Casal e Individual


Psicóloga Daniela Carneiro

(11) 9. 7670-2066


www.psicologasp.com

www.danielacarneiro.com

terça-feira, 10 de março de 2015

O PROCESSO DE LUTO E O FIM DOS RELACIONAMENTOS

EROS E A MORTE
eros-e-thanatos-bitta-
Fonte: Fine Art America
‘Era uma tarde quente e abafada, e Eros, cansado de brincar e derrubado pelo calor, abrigou-se numa caverna fresca e escura. Era a caverna da própria Morte.
Eros, querendo apenas descansar, jogou-se displicentemente ao chão, tão descuidadamente que todas as suas flechas caíram. Quando ele acordou percebeu que elas tinham se misturado com as flechas da Morte, que estavam espalhadas pelo solo da caverna. Eram tão parecidas que Eros não conseguia distingui-las.
No entanto, ele sabia quantas flechas tinha consigo e ajuntou a quantia certa. Naturalmente, Eros levou algumas flechas que pertenciam à Morte e deixou algumas das suas.
E é assim que vemos, frequentemente, os corações dos velhos e dos moribundos, atingidos pelas flechas do Amor e, às vezes, vemos corações dos jovens capturados pela Morte.
(Esopo, Grécia Antiga, in Meltzer, 1984)

O luto é um sistema de sentimentos que acompanham o processo da perda de algo ou alguém, podendo ser um namorado (a), um familiar, um animal de estimação, um artista querido, um emprego, entre outros (estes são chamados pelos estudiosos de ‘objetos de amor’).
Segundo Freud (1917) ‘o luto é, em geral, uma reação à perda de uma pessoa amada, ou à perda de abstrações colocadas em seu lugar, tais como a pátria, liberdade, ideal, etc’.
luto
Fonte: Awordy Woman
É um processo doloroso e que não deve ser interrompido ou impedido, não é considerado uma patologia, pois é natural na vida de todos os seres humanos, a menos que essa reação seja extremamente exagerada ou causando dano excessivo à saúde física e mental. A perda do objeto amado é muito difícil no início, até que a pessoa se acostume à sua ausência e isso seja internalizado de forma gradativa.
Kubler – Ross propõe cinco estágios discretos pelos quais pessoas que estão lidando com a perda de um objeto de amor ou que estão em situações terminais costumam passar. Esses estágios são:
fases-do-lutoFonte: Mundo da Psicologia
  1. Negação – Dificuldade de aceitar e acreditar que isto realmente aconteceu, defesa contra a dor da perda. Pensamento: ‘Isso não pode estar acontecendo comigo’;
  2. Raiva – Sentimento de raiva pelo o que aconteceu, pessoa sente-se inconformada. Pensamento: ‘Porque eu? Não é justo’;
  3. Barganha – A pessoa percebe que a raiva não resolve nada, busca-se algum tipo de negociação interna para que tudo volte a ser como antes. Pensamento: ‘Me deixe viver/Não deixe ele (a) ir’;
  4. Depressão – Sentimento de tristeza, culpa, desesperança, surge a percepção que a raiva e a barganha não resolveram nada. É quando o sujeito começa a tomar consciência da nova realidade que a perda traz. Pensamento: ‘Estou tão triste. Porque devo me preocupar com alguma coisa?’;
  5. Aceitação – A pessoa não nega mais a realidade e procura aceitar a perda. Pensa em enfrentar a situação, começa a surgir um sentimento de paz, não de felicidade. Pensamento: ‘Tudo vai acabar bem’.
Não necessariamente esses processos ocorrem nesta ordem, eles podem se misturar e ir e vir em diversos momentos; também não são todas as pessoas que passam por todos eles, alguns podem passar por todos e outros por menos, mas ao menos um será vivido.
Muitas vezes outro estágio aparece, o da culpa, mas geralmente quando se passa por esses cinco a pessoa tende a visualizar uma melhora em seu processo e bane esse sexto estágio. Entretanto, os que desenvolvem a culpa, tem uma chance maior de patologizar a situação, ou seja, de desenvolver algum tipo de patologia decorrente disso e precisar de tratamento especializado.
O luto decorrente da morte é encarado com maior naturalidade, pois além de acontecer com todas as pessoas, se sabe que aquele ser se foi e as lembranças boas permanecerão na memória e no coração. Já o luto decorrente do término de um relacionamento é mais penoso do que a dor da morte, pois aquela pessoa sempre estará ali, se relacionando com outras, quebrando promessas e sonhos que haviam sido feitos a dois.
doutissima

Fonte: Doutissima
Em geral diversas pessoas procuram acompanhamento terapêutico para esquecer traumas relacionados a relacionamentos que acabaram e nesse caso a culpa se faz mais presente, a pessoa pergunta-se porque não foi suficiente para manter aquela situação e acaba necessitando de ajuda especializada.
Muitas vezes uma situação que se apresenta ruim para nós tende a nos trazer grande aprendizado no futuro, além das histórias de superação e a possibilidade de auxiliar entes queridos caso isso ocorra para com eles.
Referências Bibliográficas
BAUMAN, Z ‘Amor Líquido: Sobre a Fragilidade dos Laços Humanos’, Zahar, 2004
GOMES, C B ‘Luto’, Portal Educação, Outubro de 2013. Disponível em acesso em 15 de Dezembro de 2014
KOVÁCS, M J ‘Morte, Separação, Perdas e o Processo de Luto’
‘Psicodinâmica do luto’, Portal Educação, Abril de 2011. Disponível em acesso em 15 de Dezembro de 2014




Agende sua consulta 


Terapia de Casal e Individual


Psicóloga Daniela Carneiro

(11) 9. 7670-2066


www.psicologasp.com

www.danielacarneiro.com